terça-feira, 27 de abril de 2021

[Prosa Poética] Ficou Difícil

Como vai você? 

Faz tempo que a gente não se vê. 

Lembro-me de quando eu acendia a churrasqueira no domingo pela manhã e passávamos o dia todo de Sol, em meio ao céu azul, conversando como foi a semana e as nossas expectativas para a que estava começando com tudo. 

E quantas louras nos acompanhavam. Todas muito boas. As geladas, participando da recreação. E as quentes, cuidando do nosso relaxamento. As louras sempre foram ótimas. E as morenas também. 

E os games que jogamos. Alguns até zeramos. 

As comidas que fazíamos. As vezes você colocava farinha na minha cara e eu ficava eufórico quando ela entrava no meu nariz. Você ria e me dizia que nunca tinha visto alguém tão feliz quando a farinha entrava no nariz. E por sua causa passei sempre a usar esse método, cada vez que eu me sentia para baixo, involuntariamente.

Não te vejo mais.

Estou com saudades.

Parece que minhas histórias alegres e empolgantes não me acompanharam na minha morada nova. Talvez porque ela seja velha e pequena demais pra acolher tamanho histórico.  

Não tenho garagem nem pintura bonita. As paredes estão sujas e o chão é de terra batida. 

Mas meu coração é o mesmo. Sou o velho amigo que sempre lhe divertia. Faço questão de me lembrar desses momentos icônicos cada vez que inalo um pouco de farinha. 

Onde está você?  

Espero que um dia venha me ver.

Não se demore em me visitar. Viajarei em breve, nem sei quando vou voltar. 

Saudades daquela vida dura que tantas realizações me trouxe. Hoje estou com a vida mansa, sem compromissos sérios nem responsabilidade a me esquentarem a cabeça. 

Daquela época, só mantenho as lembranças e a vontade de ter a sua companhia. 

Venha me ver qualquer dia desses. E me traga um pouco da sua farinha. 

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Autor: Fabiano Caldeira 


Essa é uma poesia que trata do vício. O que aconteceu com a vida de uma pessoa. É um pouco pesada, eu sei. Mas a poesia é assim, ela não trata apenas de flores e coisas bonitas, ela meio que dá forma, plastifica os sentimentos, o meio de expressão do que se passa na mente e no coração. 

domingo, 25 de abril de 2021

[Quadrinhos] Desfile das Tirinhas

Bem-vindos a mais um Desfile das Tirinhas, hoje escolhidas aleatoriamente para nos divertir um pouco. cuidem-se, espero que estejam bem e vamos segundo e frente de alguma maneira, do jeito que dá. Abraços a todos! Boa semana!


GARFIELD - JIM DAVIS

HAGAR - DIK BROWNE

MAFALDA - QUINO

SNOOPY - CHARLIE SCHULZ

sexta-feira, 23 de abril de 2021

[Quadrinhos] Zé Carioca N° 1615 é a Revista 'Dus Mano'

Em Outubro de 1982 a revista do Zé Carioca n° 1515 foi publicada pela editora Abril contendo 36 páginas ao todo, incluindo capa e contracapa e o preço na moeda vigente da época, o cruzeiro -- setenta e cinco cruzeiros, para ser mais específico -- Cr$ 75,00. 

"Nóis sofre, mas nóis goza!"
José Simão - Folha de S. Paulo

Coloquei há pouco o review sobre ela no meu canal HQ Disney e acredito que o vídeo será bem visto, não em questões de números, mas eu me refiro à satisfação das pessoas que estão lá e já me disseram algumas vezes que amam o Zé Carioca, que é o personagem preferido delas.

Nestes tempos de vigilância extrema no que se publica para os leitores, principalmente sobre o termo de literatura infantil, esta edição simplesmente não existiria, pois ela é, do começo ao fim, um apanhado de tapeações e ladroagens, e não estou dizendo isso no sentido figurado. 

Para se ter uma ideia, a HQ de abertura é QUE CORTADA! e mostra o Zé entrando de penetra em uma festa de casamento e arrecadando dinheiro naquele lance de cortar a gravata do noivo, só que ele nem nunca viu o tal do noivo, nem sabia quem era ele ali no meio de tanta gente.

Em seguida, LADRÕES AVACALHADOS mostra o irmãos Metralha decididos a roubar animais do sítio da Vovó Donalda. E tem outra história com eles mais à frente. Em UM ROUBO DESONESTO, eles estão preocupados com o vizinho que mantinha seu pequeno armazém e estava correndo o risco de ser assaltado por um desconhecido. Os manos tinham que tirar o cara dali, pois, se ele roubasse mesmo o local, o vizinho chamaria a polícia era para eles, já que eram mais do que manjados naquela área. Então eles queriam, mais do que nunca, sumir com aquele ser dos infernos dali. 

EMPRÉSTIMO SEM PRÉSTIMO é a historinha que encerra a revista. Nestor aborda o Zé e o lembra de uma dívida antiga com uma pessoa que agora está disposta a cobrá-lo. Essas historinhas em que o Zé deve para este ou aquele fulano sempre terminam de forma favorável para ele e nunca para quem recebeu o calote. Hoje, com certeza, não publicariam nada dessas situações. Talvez, com um pouco de esforço, citariam algo mascarando ao máximo esse viés tratante do personagem. 

Preciso dizer que antes da segunda historinha com os Metralhas há uma HQ bem simples, porém, muito bem feita e fofa com o Zé e o Afonsinho (que no vídeo eu disfarcei, mas tinha me esquecido do nome dele. eh,eh,eh...), que tem um certo viés poético que lembra um resquício do pouco que li de Vinicius de Moraes, pois o Afonsinho está apaixonado. Apesar de bela, é bem curtinha e acaba sendo apenas um fôlego para o resto do conteúdo inapropriado, transgressor, afrontoso, corrompido, de extrema periculosidade. rsrs... 

Eu brinco, mas é triste saber que leitores de hoje, quando se deparam com uma edição dessas, vão às redes sociais xingar, manifestar a penca de maus exemplos que eles vão encontrar em cada trama. Alguns são mais radicais e sugerem até que se modifiquem o conteúdo de anos, ou que não se publique mais aquilo para os novos leitores, pois é má influência. 

Por um lado, essas pessoas estão certas quanto ao teor do que se encontra nesta revista. Ela é tudo isso mesmo, embora as produções, apesar de bem desenhadas, possuam uma trama bastante simples e ingênua. Por outro lado, interessante é ver o quanto o teor dessas histórias retratavam, sim, a maioria da vida dos brasileiros naquela época. E é por isso que vários leitores brasileiros possuem esse grande carinho pelo papagaio, porque nossa vida de pobre era mais simples e a gente, com certeza, conhecia algum amigo ou parente que já tinha feito alguma coisa parecida. Querendo ou não, nessas páginas velhas contêm a reprodução de costumes e hábitos da minha vizinhança, do universo em que eu vivia nessa época. 

Podem sumir com essas publicações? Sim ou talvez. Mas o fato de as pessoas novas não terem acesso a elas não significa que o modo de vida daquelas gerações deixou de existir. E o fato de a geração de hoje não ler historinhas assim atrapalha no senso crítico delas e até na aprendizagem de valores e moralidade. É bom que fiquem escandalizadas com o que vejam. Sinal de que sabem que aquilo não deve ser reproduzido. É ruim proibir, querer esconder, exterminar com medo de as obras influenciarem os outros para o mal. Meu caro, quem é ruim, simplesmente é. Não é uma HQ, uma série, um game ou um filme que irá mudar o caráter psicossocial do cidadão. Muitas vezes o perigo não vem em páginas ou na TV, mas sim em carne e osso e dorme no quarto ao lado. Se bobear, sabe os desígnios religiosos de cor e salteado. 

É claro que há nuances, mas eu me refiro a uma forma generalizada da questão, por exemplo: quem lê uma revista com esse conteúdo irá considerá-la perigosa para a sociedade? Acredito que não. Mas que nela só tem mau exemplo, isso nem se discute. rsrs... A começar pela capa, o Metralha conseguindo fugir da prisão. Essa é a revista 'dus mano, véi'. Ah, ah, ah!

quarta-feira, 21 de abril de 2021

[Quadrinhos] Reflexão - Tio Patinhas, a Pobreza e a Luxúria, O Que Não Nos Serve Mais

Faz tempo que eu não fazia postagem sobre Quadrinhos Disney aqui no meu blog. Dia desses, arrumando conteúdo para colocar no meu canal HQ Disney, encontrei uma revista que eu nunca tinha lido e dei aquela olhadela básica porque eu precisava saber ao menos o que tinha ali para apresentar no vídeo. 

AVENTURAS EM PATÓPOLIS N° 9 foi publicada pela editora Abril em Julho de 1994 e trouxe duas aventuras inéditas (na época) dos Ducktales, os caçadores de aventuras. 

A ERA DOS SAMURAIS e UMA AVENTURA NA ESCÓCIA, mostram a faceta mais clássica de Patinhas: o homem que não mede esforços para conseguir dinheiro, cada vez mais dinheiro. 

Na primeira, ele viaja com os sobrinhos rumo ao Japão e são pegos pelo mau tempo. Capitão Boing faz o que pode para impedir que uma tragédia aconteça a todos e, quando se veem aparentemente a salvos, descobrem que viajaram no tempo e foram parar no japão feudal, visivelmente reconhecido pelos predomínio comum dos samurais que nada mais eram do que uma espécie de capatazes dos endinheirados japoneses. 

Na segunda, ele leva os sobrinhos à escócia para apresentar (e acompanhar de perto, na verdade) seu novo empreendimento que consistia na aquisição de um castelo abandonado em processo de transformação em hotel de luxo. Chegando lá, não tardam acontecimentos que esfregam na cara do pato que o olho do dono é o que mais engorda o gado e que quando o gato não está por perto, os ratos é que fazem a festa. 

A primeira historinha foi produzida em 1991. A segunda, em 1993, ambas da Dinamarca, retratando o patinhas ganancioso, genioso e sem tempo para confraternizações sentimentais e momentos de lazer porque, para ele, sua maior empolgação eram as viagens de negócios. E os sentimentos familiares se resumiam aos que realmente caminhavam consigo, que era a sobrinhada em geral que se arriscava com ele nas aventuras pelo mundo. 

Essa coisa de dor na consciência, arrumar um tempo para ficar à toa com quem se gosta e se preocupar em dar o peixe na boca dos menos favorecidos porque são vítimas da sociedade não era com ele, vez que sua história foi marcada pela renúncia dos anos mais dourados de sua vida em busca de se fortalecer como pessoa e cidadão honrado. E se ele, que era um pingo de gente sem nenhum atrativo de especial, que começou como mero engraxate ganhando suas moedinhas, conseguiu vencer na vida, qualquer outro que se esforce pode fazer o mesmo. Por isso ele é tão enérgico com Donald e Peninha, pois ambos são pobres, mas não nadam de braçada nas oportunidades que têm. Donald mete os pés pelas mãos e não pensa direito antes de cometer atos que o colocam em encrenca. Peninha, por sua vez, faz corpo mole, vai sempre pelo caminho mais fácil e tem preguiça até de pensar. Não foi à toa que as histórias que envolviam os três (Donald, Peninha e Patinhas) na rotina do jornal A PATADA ganhou enorme simpatia dos brasileiros, pois ali rolava uma certa identificação. 

Triste ver que, hoje em dia, ser arrojado como Patinhas não é visto com bons olhos porque o mundo (veja bem, que nem me concentro apenas no Brasil) acorda e adormece todos os dias com a mensagem de que pobreza é cultura e que é lindo viver na favela. Aliás, o Brasil erradicou as favelas. Segundo alguns influenciadores de peso, favelas não existem mais. O povo brasileiro agora vive em comunidades. E vamos engolindo essas mudanças de nomenclaturas, como se mudar uma palavra também mudasse, num passe de mágica, a realidade do que ela significa. Vamos aprendendo que o feio e o horror do dia a dia nada mais são do que sua intolerância ao que não te agrada na cultura da periferia. Afinal, o que tem demais em sair na rua e ser roubado ali na esquina? O que é que tem ficar na calçada e correr o risco de levar uma bala perdida? Super normal, sabe? Já dizia Belchior, interpretado pelo fenômeno Elis Regina: "É você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem"

E Lula está livre e afinal viram que Dilma também não fez nada que justificasse seu impeachment. Bom mesmo é o povo brasileiro que já deixou ela sem trabalhar logo cedo e desfrutando antecipadamente de todas as suas regalias. E ela ainda avisou: "É golpe, minha gente!", mas o povo unido jamais será vencido. E hoje Dilma ri com uma boa conta bancária, conforto para ir e vir, para dormir. Esquentar a cabeça por quê, se a voz do povo foi a voz de Deus? Isso sem mencionar a tal prisão domiciliar de alguns, que são melhores do que minha vivência na minha própria casa. Queria eu estar em uma prisão domiciliar morando aonde eles moram. O mundo poderia até acabar, que eu iria era assobiar, pois não iria querer mais nada. Que vidão essa tal prisão domiciliar, hein? Por que será que aqui onde moro, nas quebradas de Ribeirão, o pedaço do inferno, não tem prisão domiciliar? Não faço a menor ideia, viu... (irônico). Ah! Lembrei que a prefeita Penélope Charmosa daqui está em prisão domiciliar... 

O povo acorda achando lindo celebridades, que mal conseguem escrever uma frase simples sem erros de português, ditarem assuntos sérios e graves, tendo sua voz (ou palavras) amplificadas ao extremo, formando times, plateias, organizações como nos tempos dos espetáculos antigos onde o povo era a torcida que se aglomerava como podia para ver os gladiadores em ação. Afinal, essas celebridades adoram os pobres, os homossexuais, travestis, transexuais que mal podem andar de ônibus, adoram toda essa gama de público que compra material pirata e acha que estão burlando o sistema ao rejeitar o original, quando o verdadeiro burlado é ele mesmo, que vive nas Globos da vida, seja em canal aberto, fechado, pelo YouTube ou Internet, fazendo coro com os achismos da rainha careca cheia de história cabeluda pra contar e do rei que sempre expõe as mesmas emoções há quase um século. Curioso que a pobreza vem sendo tão amada, mas os espertos vivem querendo abandoná-la. É uma espécie de relação que mais parece o casamento, sabe? A gente e a Pobreza na saúde e na doença, até que a morte nos separe. Mas, espera! Aquela ali, que dobrou a esquina não é a Luxúria? Dia desses vou dar um jeitinho de ir ter com ela. Minha Pobreza nem precisa ficar sabendo. Vai que... né? 

Quero deixar bem claro que sou pobre, muito pobre, e hoje pago o preço de ter sido um pouco como os Donalds e Peninhas da vida. E é por isso que olho à minha volta e me considero como aquele ratinho que não se deixou encantar pela musiquinha chiclete do flautista de Hamelin, pois a impressão que eu tenho é que o povo em geral está cada vez mais hipnotizado pelas mídias e por qualquer pessoa que mostre uma aparente grande influência. Hipnotizado a ponto de achar lindo ser sacrificado, cada vez mais. E sempre.

Eu me lembro que o Jornal Nacional perguntava, há certo tempo, qual é o Brasil que eu quero. Hoje eu tenho a resposta na ponta da língua: o Brasil que eu quero é um lugar onde não se romantize a pobreza, não escravize seu povo, um país que estimule as pessoas a estudarem e se capacitarem desde cedo, pois pessoas que assumem responsabilidades são mais produtivas, engajadas e focadas no que realmente interessa, ao invés de se perderem nas ilusões e devaneios. O país que eu quero é um lugar com menos tráfico de drogas, menos violência ao céu aberto, um lugar com policiamento adequado e segurança pública de verdade (coisa que não existe faz tempo). Um lugar onde uma pessoa não seja condenada porque disse "essa peruca parece o cabelo do fulano" e onde aqueles que roubam dinheiro com política sejam condenados de forma rápida, eficiente e eficaz. Acho que o Brasil que eu quero não virá mais na minha existência, pois já tenho mais de quarenta anos e lido com uma doença grave que me mata um pouco a cada dia, mas se vier para a geração futura, já me servirá de consolo. 

domingo, 18 de abril de 2021

(Quadrinhos) Desfile das Tirinhas

Olá, pessoal! Bem-vindos a mais um Desfile das Tirinhas que na semana passada virou "Depósito" por engano, um dos leitores ainda me avisou e eu não tinha entendido o recado. Fui perceber tarde, mas corrigi lá. eh, eh, eh! As tirinhas de hoje são inspiradas em momentos errôneos e equivocados. Boa leitura!

CORINGA- DC (DETECTIVE COMICS)

RECRUTA ZERO - MORT WALKER

CALVIN & HAROLDO - BILL WATTERSON

BIDU - MAURICIO DE SOUSA PRODUÇÕES

SNOOPY - CHARLES SCHULZ

MAFALDA - QUINO

GARFIELD - JIM DAVIS

sexta-feira, 16 de abril de 2021

[Livros] Três Editoras Para Você Conhecer

O livro impresso resiste firme e forte nesta era da leitura digital e engajamentos dos ebooks. E que bom que eles estão aí, formando cada vez mais leitores que se motivam a compartilhar suas leituras nas redes sociais e vídeos da vida, pois a tecnologia não veio para exterminar o passado, apenas para oferecer mais opções de literatura. Portanto, o livro em ebook veio para coexistir com o de papel, não para tomar o lugar dele. Não agora. Não durante algum tempo.

Em meio a tantos títulos e editoras, quero apresentar rapidamente três empresas desse segmento literário que você, prezado leitor, precisa conhecer algum dia. Os produtos são de qualidade e os responsáveis são pessoas sérias e apaixonadas por livros.

FILOS EDITORA - localizada em Cerqueira César, interior de SP, tem o escritor, filósofo e poeta Ismael Tavernaro Filho como responsável pela produção e divulgação de seus produtos. Através de suas postagens podemos ver o comprometimento profissional envolvido na preparação de cada título. É muito bom ver as postagem do Ismael. PENSAMENTOS FORA DA CAIXA - UMA FILOSOFIA DE BOTECO e O QUE DISSE MATIAS DIABLO são duas de suas obras mais acessíveis.

O site é muito bom, funcional e nos apresenta uma boa gama de conteúdo que facilmente nos faz perceber a predominância de obras envolvendo a poesia e a filosofia em meio a outros estilos. Para conhecer o site, clique aqui 




SELO JOVEM - localizada em Ribeirão Preto, interior de SP, tem o escritor Aldemir Alves como principal responsável pela produção e divulgação das obras. As postagens nas redes sociais tem sido ótimas, pois mostram o comprometimento pelo trabalho de qualidade e o profissionalismo que vem rompendo barreiras através de parcerias com grandes redes de lojas de departamentos. 

O site é excelente e coloca praticamente todo seu acervo (que não é pouco) à disposição do leitor, introduzindo bastante informações técnicas sobre cada produto e facilitando as vendas por ali mesmo. O conteúdo que predomina -- é importante dizer -- é o de romances do gênero fantasia, embora haja vários outros estilos. Aldemir é facilmente reconhecido pela obra OS FILHOS DE ÉSTEROS - AS CRÔNICAS DE FEDORS. Para conhecer o site e tudo o que ele oferece, clique aqui 



EDITORA INVERSO - localizada em Curitiba-PR, tem a administradora Cristina Jones como sócio-fundadora e mais um time grande engajado no pleno funcionamento da editora. Não é à toa que estão todos devidamente listados na aba "equipe", lá no site, pois são realmente um grande time. 

O site é bonito, prático e funcional. Embora eu tenha considerado seu visual um tanto 'clean' demais, ele destaca com precisão o catálogo de publicações que possuem, sendo a maioria voltada ao público infantil, também podendo ser, alguns dessas obras, de uso pedagógico e psicológico. Há leituras para adultos também, como crônicas, poesias e romances. É intensa a sensação do viés psicológico envolvendo inclusão e reflexão quando olhamos as capas com os títulos. Para conhecer melhor o site, clique aqui 




O que acabei de apresentar são três editoras com propostas diferenciadas de publicações, uma da outra, embora todas ofereçam vários estilos literários. Qual delas te chamou mais atenção?

Um abraço e até a próxima postagem.

terça-feira, 13 de abril de 2021

[Poesia] The Darkness Is On


The darkness is on
Your scares, tears, screams
Does not solves what happens for
What we has been feeling
Nothing else matters to all people here

All the things will becoming nothing
A large vacancy comes down each lifes
No direction, no meaning, no way fine
We´re lost in the midle own mind
Unable to reach the paradise 

I don't care it all... Anymore

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Autor: Fabiano Caldeira

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A escuridão está presente
Seus sustos, seu pranto, seus gritos
Não resolvem o que nos acontece
O que nos faz sentir
Que nada mais importa a todos daqui

E tudo se resumirá a nada
Um grande vácuo abaterá cada vida
Sem direção, sem significado, sem um caminho
Perdidos no meio de nosso próprio raciocínio
Incapazes de alcançarmos o paraíso 

E não estou nem aí... pra nada disso

domingo, 11 de abril de 2021

[Quadrinhos] Desfile das Tirinhas

Olá, pessoal! Curtam o Desfile das Tirinhas de hoje que contém uma porção de tirinhas dos melhores personagens. A vida não está fácil e parece que até nas tirinhas refletem-se os fatos. Um abraço e desejo tudo de bom e de melhor a cada um de vocês.

TINTIN - HERGÉ

CALVIN E HAROLDO - BILL WATTERSON

DILBERT - SCOTT ADAMS

GARFIELD - JIM DAVIS

MAFALDA - QUINO

PENADINHO - MAURICIO DE SOUSA PRODUÇÕES

RECRUTA ZERO - MORT WALKER